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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O que te prende?

Responda rápido. O que prende você a esta empresa? O que prende você a este funcionário?
Escutamos diversas vezes as reclamações dos dois lados, tanto do lado do empregado, quanto do lado da empresa.
Mas eu volto a perguntar, o que te prende?
Se o teu chefe é um autoritário, acha que ganha as coisas no grito, mesquinho, mal educado, etc, etc, etc, por que você ainda insiste em trabalhar com ele? Então, o problema não é ele, é você. Talvez você seja masoquista, eu entendo.

Por outro lado, você que é dono, chefe, gerente, etc, por que insiste em manter empregados incompetentes? Pessoas sem responsabilidade, que não assumem compromissos, não respeitam horários, fazem "corpo mole", etc, etc, etc. Talvez o "problema" não seja ele, mas você.

Para você que sabe onde quer chegar, tem paixão pelo que faz, é responsável, possui muito bem definido os seus valores e tem prazer em servir, NÃO aceite se submeter a pessoas que ainda vivem no período da pedra lascada.

Lembre-se, para ter bons resultados, você precisa de boas ações. Para executar boas ações, você precisa ter boas expectativas e para tanto você precisa acreditar que você pode sempre fazer o melhor.
"Andas com os sábios e serás sábio, mas o companheiro dos tolos será afligido." Provérbios 13:20

Pense nisso e decida com quem você quer andar.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Mostre as vacas primeiro

Por Alex De Miranda


Uma coisa posso afirmar nos meus quase vinte anos de experiência na área comercial, atendendo clientes, observando atendimentos, ministrando ou assistindo cursos e palestras; você pode ter toda a ciência e conhecimento adquiridos, mas tem certos fatos, que só a vida vai lhe ensinar, e as melhores respostas e soluções, podem sair de onde menos esperamos.
Certa ocasião estava sentado à sombra de uma árvore tomando um chimarrão visitando um primo do interior, o João Carlos. Estávamos ali proseando e contado causos, alguns reais, outros nem tanto, quando surgiu um vizinho querendo conversar com o João Carlos, pois soube que ele tinha umas vacas pra vender, e como ele havia recebido um financiamento do banco gostaria de adquirir algumas.
Parei tudo que estava fazendo naquele momento e voltei todas as atenções para a negociação, pois me interessava muito saber onde ia chegar aquela negociação entre o João Carlos e o vizinho.
            O que me chamou a atenção logo no começo, foi a pergunta que João Carlos fez para o interessado: _Mas você se interessa mais pelas Jersey, ou pelas Holandesas, por que eu tenho dos dois tipos mas estão em campos separados.
            Olha que interessante, eu sempre costumo dizer que não devemos sair oferecendo tudo sem antes saber o que realmente o cliente está interessado, é importante ter foco e cortar atalhos na hora de demonstrar e oferecer o produto, assim todos ganham tempo. Bem o vizinho disse que estava interessado nas Holandesas mas queria saber quanto ele estava pedindo em cada vaca.

Agora vem a melhor parte da história. João Carlos bateu as mãos nas pernas, levantou do banco e disse ao vizinho: _ “Mas vamo vê as vaca primeiro”.

Por mais que eu tenha aprendido e ensinado que não se deve sair dando preço sem antes mostrar ao máximo o produto, aquela lição tocou fundo. A vida imitando a arte, a simplicidade ensinando conhecimento.
            Investigue a necessidade de seu cliente, mostre todos os benefícios que o seu produto ou serviço podem oferecer, leve sempre que possível seu cliente a experimentar aquilo que está adquirindo, e o preço vai ser um pequeno detalhe.
            E para finalizar, até mesmo por que eu não iria perder esta experiência maravilhosa por nada neste mundo, acompanhei a negociação até o fim, e depois de mostrar todas as vacas e falar sobre elas, obviamente o João Carlos vendeu suas vacas.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Sacrifício sem valor?

O tempo em que vivemos definitivamente é um tempo em que as pessoas estão crendo que podem conquistar "coisas" sem sacrifício ou, simplesmente, querem oferecer um sacrifício sem valor.
Querem ser respeitadas, mas não respeitam uma simples lei de trânsito, buscam a felicidade, mas são egoístas e esquecem que para ser feliz é só fazer os outros felizes,querem ganhar bastante dinheiro no trabalho, mas não trabalham 1 minuto após o término do horário.

Saimos da idade das "trevas" e adentramos na idade das "luzes", construimos grandes empresas, inventamos diversas ferramentas que nos facilitaram a vida, mas e nós, seres humanos, melhoramos?
O rei Davi (2 Sm 24:24) sabia muito bem que o seu sacrifício teria que ter valor, pois caso não tivesse, o mesmo seria recusado por Deus.
O povo de Israel conhecia com profundidade os diversos tipos de sacrifícios, Qorban, Zebah, Asham entre outros, mas com o tempo acabaram se esquecendo do VALOR que deveria acompanhar o mesmo, misericórdia, conhecimento de Deus (Os 6:6), coração quebrantado e contrito (Sl 51:17), praticar a justiça, amar a beneficiência e andar humildemente com Deus (Mq 6:8).



Precisamos entender que nossas ações falam mais alto que nossas palavras e nossas atitudes e nosso comportamento refletirão no que verdadeiramente acreditamos e as pessoas a nossa volta verão se nosso sacrifício (na família, no trabalho, na comunidade, etc) possui valor ou não nos custa nada.


"O que nada custa, nada vale".