&
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Vida conjugal

Vida conjugal: a arte de conviver com as diferenças.

Vivemos num tempo em que a vida conjugal está sendo um verdadeiro desafio. O individualismo que tem imperado em nossa sociedade, faz com que o viver a dois se torne um campo de batalhas.
Quando Deus fez o homem, identificou que não seria bom o homem viver só (Gn 2:18) e lhe fez a mulher. Um formado do pó da terra e o outro da costela, materiais diferentes para um mesmo fim.
O propósito inicial do Criador era que a mulher fosse não só a companheira do homem, mas que se tornasse carne da sua carne quando o homem deixasse o seu pai e a sua mãe e se unisse a ela (Gn 2:24).
Mas a questão é como unir “materiais” tão diferentes? Esta tem sido a grande dificuldade de nossos dias, pois assim como o barro não se une com o ferro, marido e esposa, apesar de viverem debaixo do mesmo teto, não conseguem se entender.
A resposta para esta pergunta está no livro de Efésios 5:28 que diz: “Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama a si mesmo.”
O amor é o responsável pela união de materiais tão diferentes, “o amor é sofredor; é benigno; o amor não é invejoso; não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Co 13:4-7).
O amor é comportamento e não apenas palavras, quando compreendermos isso e nos lembrarmos de nossas juras de amor, agiremos com muito mais carinho, muito mais respeito, muito mais cuidado com aquele (a) que está ao nosso lado.      

         

domingo, 20 de junho de 2010

Familia, edificação de Deus. [5]

3. HOMEM E MULHER – O INICIO DO PROJETO (III)

d. O Amor Que Supera Crises – Devemos entender que as crises serão inevitáveis mas também não serão para sempre.
Temos no patriarca Jó um grande exemplo de como superar crises. Depois de perder quase tudo o que tinha, seus bens, seus filhos e sua saúde, ainda recebeu a repreensão de sua esposa (Então, sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus e morre. Jó 2:9) mas permaneceu firme em seu amor e fidelidade a Deus (Mas ele lhe disse: Como fala qualquer doida, assim falas tu; receberemos o bem de Deus e não receberíamos o mal? Jó 2:10).
Nos dias atuais uma das crises que tem dividido os lares chama-se “individualismo”, isto para não falar da falta de dinheiro, infidelidade, etc. O lar tornou-se apenas uma “fonte abastecedora”, com seus membros reunindo-se apenas para satisfazer suas necessidades - alimentação, higiene, descanso, etc, - sem nenhuma preocupação com o bem-estar dos demais.

Esta crise pode ser facilmente superada se em nosso coração habitar o Espírito Santo, porque então seguiremos o conselho do apóstolo Paulo (...mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Gl 5:13b). 

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Familia, edificação de Deus. [4]

3. HOMEM E MULHER – O INICIO DO PROJETO (II)

c. Quem Ama Se Comunica – A comunicação em um relacionamento implica uma via de duas mãos e vai muito além da fala. Conversar significa algo mais que uma mera troca de palavras ou informações.
Mediante a fala podemos expressar nossos sentimentos, transmitir emoções, esclarecer nossos pensamentos e também reforçar nossas idéias. Através da conversação estabeleceremos relacionamentos com outros e a qualidade deste relacionamento dependerá em grande medida da habilidade de nos expressarmos verbalmente.
Outro aspecto importante da comunicação diz respeito ao entendimento.
 Tendemos, muitas vezes, a fazer interpretações que nem sempre refletem a realidade. Davi no salmo 56 e versículo 5a diz que “todos os dias torcem as minhas palavras” e isto é motivo de muitas brigas.

Nancy Van Pelt em seu livro Felizes no Amor – O Segredo Da Vida a Dois destaca 7 regras para uma comunicação eficaz, a saber:

1.     Escolha o momento adequado para conversar com seu cônjuge – Pode ser que seu assunto seja apropriado, porém, o momento pode ser inoportuno. Se você tiver algo pessoal que necessite de discernimento, sentimento ou emoção para falar, não descarregue justo no momento em que ele entra pela porta, depois de um dia cheio no escritório, de quarenta e cinco minutos no tráfego pesado, ou num ônibus super lotado. Se quiser conversar com sua esposa acerca da necessidade de cortar um pouco as despesas com o supermercado, não faça isso justamente quando ela estiver servindo uma refeição, cuja preparação lhe tomou muito tempo e esforço.
2.     Desenvolva um tom de voz agradável – Nem sempre é o que você diz que é levado em conta, ma como o diz. É reconfortante estar perto de alguém que tem voz calma e suave. Se você quer que seu cônjuge aprecie seu tom de voz, certifique-se de que ele seja agradável.

3.     Seja claro(a) e especifico – Muitos mal-entendidos surgem de uma conversa confusa. Tente pensar enquanto fala e exponha claramente o que quer dizer.


4.     Seja positivo(a) – Em muitos lares, 80% de toda a comunicação é negativa. Essas famílias acostumam-se tanto a ouvir críticas, reprovações, mau juízo e outros elementos negativos, que tal comportamento acaba tornando-se normal.

5.     Seja cortês e respeite a opinião de seu cônjuge – Isto pode ser feito mesmo que você discorde. Preocupe-se tanto pelo conforto dele(a) quanto se preocupa com o seu.


6.     Leve em conta as necessidades e sentimentos de seu cônjuge – Desenvolva paciência e sensibilidade ao responder ao que o seu cônjuge diz. Sintonize-se nas necessidades e sentimentos de temor, zanga, desespero e ansiedade da pessoa amada. Da mesma maneira, se ele estiver feliz acerca de um novo empreendimento, participe de sua felicidade.

7.     Desenvolva a arte da conversação – Um estudo realizado na Universidade Cornell, Nova Iorque, demonstrou que quanto mais tempo um casal passa conversando um com o outro, tanto mais alto será seu nível de satisfação matrimonial.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Familia, edificação de Deus. [3]

HOMEM E MULHER – O INICIO DO PROJETO



O início do projeto de Deus, isto é, a família, tem como ponto de partida a união entre um homem e uma mulher (Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á a sua mulher, e serão ambos uma só carne Gn 2:24).
 Ainda hoje vemos muitos casais que se apaixonam, se casam e acreditam que o trabalho está completo, crêem que a partir daí tudo irá funcionar automaticamente. Esta crença está longe de ser verdade, pois para um casamento feliz será necessário a busca, tanto do homem quanto da mulher, de soluções para pequenos e grandes problemas que surgirão no dia-a-dia.

A influência de Cristo na vida do casal é a chave mais importante para uma vida conjugal e o principal ingrediente é o amor derramado pelo Espírito Santo (...o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5:5). Sobre este amor veremos algumas considerações a seguir:

a. O Amor Unindo Materiais Diferentes - Vivemos num tempo em que a vida conjugal está sendo um verdadeiro desafio. O individualismo que tem imperado em nossa sociedade, faz com que o viver a dois se torne um campo de batalhas.
Quando Deus fez o homem, identificou que não seria bom o homem viver só (Gn 2:18) e lhe fez a mulher. Um formado do pó da terra e o outro da costela, materiais diferentes para um mesmo fim. 
O propósito inicial do Criador era que a mulher fosse não só a companheira do homem, mas que se tornasse carne da sua carne quando o homem deixasse o seu pai e a sua mãe e se unisse a ela (Gn 2:24).
Mas a questão é como unir “materiais” tão diferentes? Esta tem sido a grande dificuldade de nossos dias, pois assim como o barro não se une com o ferro, marido e esposa, apesar de viverem debaixo do mesmo teto, não conseguem se entender.
A resposta para esta pergunta está no livro de Efésios 5:28 que diz: “Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama a si mesmo.”
O amor é o responsável pela união de materiais tão diferentes, “o amor é sofredor; é benigno; o amor não é invejoso; não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Co 13:4-7).
O amor é comportamento e não apenas palavras, quando compreendermos isso e nos lembrarmos de nossas juras de amor, agiremos com muito mais carinho, muito mais respeito, muito mais cuidado com aquele(a) que está ao nosso lado.

b. O Comprometimento De Quem Ama – Comprometimento é muito mais do que envolvimento, é uma completa dedicação de ambos para a felicidade um do outro.
O genuíno amor pelo esposo(a) baseia-se na premissa de um genuíno amor por si mesmo. É difícil para o cristão compreender este conceito, pelo fato da maioria das doutrinas bíblicas ensinarem sobre “fazer aos outros”.
Este amar a si próprio não se trata de um amor orgulhoso, egoísta ou vaidoso, mas sim de um sentimento de valor-próprio que nos habilita a poder amar e se comprometer com nosso semelhante.
Jesus perguntou ao jovem rico se ele observava os mandamentos e um deles era amar aos outros como a si mesmo (MT 19:19). Não podemos dar ou fazer aquilo que não temos ou sabemos, contudo quando “Jesus me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2:20b) fez com que o amor do Pai através do Espírito estivesse em nós e este amor deve nos proteger de sentimentos de inferioridade e complexos para que estes sentimentos não venham a interferir em nosso comprometimento.