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terça-feira, 29 de junho de 2010

Atendimento - uma questão de querer servir.

     Nestes últimos tempos a questão envolvendo o atendimento tem recebido muita atenção. O estudo contemporâneo diz que os produtos ficarão cada vez mais comuns e que o serviço é que será o diferencial.
     Quando falo em serviço, o primeiro pensamento que me vem a mente é de alguém servindo outra pessoa. Aqui é que reside o problema. A imensa maioria das pessoas não querem ou não gostam de servir. Talvez acreditem que isso às fará inferiores ou que não terão retorno algum por este gesto.
     As empresas investem em treinamentos mas pouca coisa muda, pois não é entendido a simplicidade no atendimento, como escreve meu amigo Alex de Miranda.
     Na semana passada estava viajando e resolvi parar em um posto de combustíveis para poder calibrar os pneus, limpar o para-brisa e abastecer, a prioridade estava nesta ordem. Depois de abastecer, manobrei o carro para calibrar os pneus e o frentista veio para realizar o serviço. Para meu azar, meu porta-malas estava lotado e eu precisaria do alicate para soltar a tampinha do ventil. Perguntei ao frentista se ele tinha a ferramenta e a resposta foi NÃO. Tentei novamente, talvez ele não tivesse entendido e a resposta foi NÃO. O SENHOR PODE PEDIR NAQUELA LOJA. Agradeci, liguei o veículo e saí. Para minha surpresa, logo que acessei a estrada reparei que o para-brisa continuava sujo.
     Acredito que a culpa por um atendimento ruim em 99% dos casos é da empresa, seja por que não treinou o funcionário ou por que ainda não o demitiu.
     Quando estamos dispostos a servir, iremos nos esforçar para que aquela pessoa se sinta feliz em poder contar conosco, mesmo que não consigamos atendê-la por completo (não tendo o alicate) poderemos, no mínimo, demonstrar nossa "tristeza" em não conseguir ou tentaremos buscar outra alternativa, ainda que sem sucesso.
     Você quer ter sucesso no atendimento?! Então compreenda o valor do servir. 

terça-feira, 22 de junho de 2010

Familia, edificação de Deus. [6]

4. PAI E MÃE – A EDIFICAÇÃO DO PROJETO



Um dos objetivos da união do homem e da mulher através do casamento é o da procriação (E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra... Gn 1:28b).
 A partir do momento que homem e mulher tornam-se pais, recebem uma das maiores bênçãos que Deus poderia lhes conceder, mas esta bênção traz consigo uma responsabilidade ainda maior para a vida do casal.
Com a chegada dos filhos inicia-se uma nova fase, onde os pais terão papel fundamental na formação, pessoal, emocional e espiritual.

a. Pais Como Exemplo – Alguém já disse uma vez que nossas ações falam mais alto que nossas palavras. O ditado que diz “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” não possui absolutamente base nenhuma para a educação dos filhos.
No que tange a exemplos, temos na Palavra de Deus uma série de ensinamentos sobre este tema. Para começar, o próprio Senhor Jesus nos ensinou sobre isto (Porque Eu vos dei o exemplo, para que, como Eu vos fiz, façais vós também. Jo 13:15).
O primeiro modelo no qual os filhos se espelham são os pais e por este motivo devemos ter especial atenção nas nossas ações. Caso os pais não consigam influenciar seus filhos através do exemplo, é bem provável que eles buscarão referências em outros locais que não o lar.
O exemplo que o jovem Timóteo teve falou forte em sua vida (trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua vó Lóide e em tua mãe Eunice, estou certo de que também habita em ti. 2 Tm 1:5) e fez com que o apóstolo Paulo se alegrasse com a sua fé (2 Tm 1:4b). 


b. Carga Genética – Não podemos nos esquecer que “a fruta não cai longe do pé” e nossos filhos serão muitíssimos parecidos conosco. Alguns pais acabam esquecendo este detalhe e tentam fazer dos filhos aquilo que eles não foram.
É lógico que a carga genética, assim como as escolhas irão influenciar a vida dos filhos, todavia a formação do caráter é de responsabilidade dos pais. São os pais que devem passar o conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo para que os filhos não se tornem ociosos e estéreis (2 Pe 1:8).
A formação de um filho começa bem cedo, já no ventre materno e os sentimentos e emoções vividas pela mãe irão marcar muito a vida desta criança.

c. Os Cônjuges e Suas Responsabilidades – Como já escrevi na introdução deste trabalho, a responsabilidade dos pais vai muito além das necessidades básicas, eles tem um mandamento a ser cumprido que é de ensinar os filhos no amor de Deus e também refletirem este amor (E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-se, e levantando-te. Também atarás por sinal na tua mão, e te serão por testeiras entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas. Dt 6:6-9).
Os filhos precisam ver na vida dos pais o amor de Deus, e ver sem distorções. Tal qual espelho que reflete uma imagem, assim nós refletimos a Cristo, pois já nos vestimos do novo homem (Cl 3:10).

domingo, 20 de junho de 2010

Familia, edificação de Deus. [5]

3. HOMEM E MULHER – O INICIO DO PROJETO (III)

d. O Amor Que Supera Crises – Devemos entender que as crises serão inevitáveis mas também não serão para sempre.
Temos no patriarca Jó um grande exemplo de como superar crises. Depois de perder quase tudo o que tinha, seus bens, seus filhos e sua saúde, ainda recebeu a repreensão de sua esposa (Então, sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus e morre. Jó 2:9) mas permaneceu firme em seu amor e fidelidade a Deus (Mas ele lhe disse: Como fala qualquer doida, assim falas tu; receberemos o bem de Deus e não receberíamos o mal? Jó 2:10).
Nos dias atuais uma das crises que tem dividido os lares chama-se “individualismo”, isto para não falar da falta de dinheiro, infidelidade, etc. O lar tornou-se apenas uma “fonte abastecedora”, com seus membros reunindo-se apenas para satisfazer suas necessidades - alimentação, higiene, descanso, etc, - sem nenhuma preocupação com o bem-estar dos demais.

Esta crise pode ser facilmente superada se em nosso coração habitar o Espírito Santo, porque então seguiremos o conselho do apóstolo Paulo (...mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Gl 5:13b)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Palestra Projeto Projovem - Faculdade Dom Alberto

E hoje aconteceu a primeira palestra do projeto Projovem realizada por mim na Escola Oliveira, com a coordenação dos cursos a cargo da Faculdade Dom Alberto.
O tema proposto, "Como ser mais eficaz na empresa", foi desenvolvido com uma abordagem para os participantes refletirem sobre o passado, presente e futuro dos profissionais e do mercado. Também sobre a necessidade de adquirirem conhecimento, desenvolverem habilidade e terem atitudes para destacarem-se em suas áreas de atuação.
Para o encerramento, foi passado o vídeo abaixo como um estímulo à busca constante do aprendizado.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Familia, edificação de Deus. [4]

3. HOMEM E MULHER – O INICIO DO PROJETO (II)

c. Quem Ama Se Comunica – A comunicação em um relacionamento implica uma via de duas mãos e vai muito além da fala. Conversar significa algo mais que uma mera troca de palavras ou informações.
Mediante a fala podemos expressar nossos sentimentos, transmitir emoções, esclarecer nossos pensamentos e também reforçar nossas idéias. Através da conversação estabeleceremos relacionamentos com outros e a qualidade deste relacionamento dependerá em grande medida da habilidade de nos expressarmos verbalmente.
Outro aspecto importante da comunicação diz respeito ao entendimento.
 Tendemos, muitas vezes, a fazer interpretações que nem sempre refletem a realidade. Davi no salmo 56 e versículo 5a diz que “todos os dias torcem as minhas palavras” e isto é motivo de muitas brigas.

Nancy Van Pelt em seu livro Felizes no Amor – O Segredo Da Vida a Dois destaca 7 regras para uma comunicação eficaz, a saber:

1.     Escolha o momento adequado para conversar com seu cônjuge – Pode ser que seu assunto seja apropriado, porém, o momento pode ser inoportuno. Se você tiver algo pessoal que necessite de discernimento, sentimento ou emoção para falar, não descarregue justo no momento em que ele entra pela porta, depois de um dia cheio no escritório, de quarenta e cinco minutos no tráfego pesado, ou num ônibus super lotado. Se quiser conversar com sua esposa acerca da necessidade de cortar um pouco as despesas com o supermercado, não faça isso justamente quando ela estiver servindo uma refeição, cuja preparação lhe tomou muito tempo e esforço.
2.     Desenvolva um tom de voz agradável – Nem sempre é o que você diz que é levado em conta, ma como o diz. É reconfortante estar perto de alguém que tem voz calma e suave. Se você quer que seu cônjuge aprecie seu tom de voz, certifique-se de que ele seja agradável.

3.     Seja claro(a) e especifico – Muitos mal-entendidos surgem de uma conversa confusa. Tente pensar enquanto fala e exponha claramente o que quer dizer.


4.     Seja positivo(a) – Em muitos lares, 80% de toda a comunicação é negativa. Essas famílias acostumam-se tanto a ouvir críticas, reprovações, mau juízo e outros elementos negativos, que tal comportamento acaba tornando-se normal.

5.     Seja cortês e respeite a opinião de seu cônjuge – Isto pode ser feito mesmo que você discorde. Preocupe-se tanto pelo conforto dele(a) quanto se preocupa com o seu.


6.     Leve em conta as necessidades e sentimentos de seu cônjuge – Desenvolva paciência e sensibilidade ao responder ao que o seu cônjuge diz. Sintonize-se nas necessidades e sentimentos de temor, zanga, desespero e ansiedade da pessoa amada. Da mesma maneira, se ele estiver feliz acerca de um novo empreendimento, participe de sua felicidade.

7.     Desenvolva a arte da conversação – Um estudo realizado na Universidade Cornell, Nova Iorque, demonstrou que quanto mais tempo um casal passa conversando um com o outro, tanto mais alto será seu nível de satisfação matrimonial.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Familia, edificação de Deus. [3]

HOMEM E MULHER – O INICIO DO PROJETO



O início do projeto de Deus, isto é, a família, tem como ponto de partida a união entre um homem e uma mulher (Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á a sua mulher, e serão ambos uma só carne Gn 2:24).
 Ainda hoje vemos muitos casais que se apaixonam, se casam e acreditam que o trabalho está completo, crêem que a partir daí tudo irá funcionar automaticamente. Esta crença está longe de ser verdade, pois para um casamento feliz será necessário a busca, tanto do homem quanto da mulher, de soluções para pequenos e grandes problemas que surgirão no dia-a-dia.

A influência de Cristo na vida do casal é a chave mais importante para uma vida conjugal e o principal ingrediente é o amor derramado pelo Espírito Santo (...o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5:5). Sobre este amor veremos algumas considerações a seguir:

a. O Amor Unindo Materiais Diferentes - Vivemos num tempo em que a vida conjugal está sendo um verdadeiro desafio. O individualismo que tem imperado em nossa sociedade, faz com que o viver a dois se torne um campo de batalhas.
Quando Deus fez o homem, identificou que não seria bom o homem viver só (Gn 2:18) e lhe fez a mulher. Um formado do pó da terra e o outro da costela, materiais diferentes para um mesmo fim. 
O propósito inicial do Criador era que a mulher fosse não só a companheira do homem, mas que se tornasse carne da sua carne quando o homem deixasse o seu pai e a sua mãe e se unisse a ela (Gn 2:24).
Mas a questão é como unir “materiais” tão diferentes? Esta tem sido a grande dificuldade de nossos dias, pois assim como o barro não se une com o ferro, marido e esposa, apesar de viverem debaixo do mesmo teto, não conseguem se entender.
A resposta para esta pergunta está no livro de Efésios 5:28 que diz: “Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama a si mesmo.”
O amor é o responsável pela união de materiais tão diferentes, “o amor é sofredor; é benigno; o amor não é invejoso; não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Co 13:4-7).
O amor é comportamento e não apenas palavras, quando compreendermos isso e nos lembrarmos de nossas juras de amor, agiremos com muito mais carinho, muito mais respeito, muito mais cuidado com aquele(a) que está ao nosso lado.

b. O Comprometimento De Quem Ama – Comprometimento é muito mais do que envolvimento, é uma completa dedicação de ambos para a felicidade um do outro.
O genuíno amor pelo esposo(a) baseia-se na premissa de um genuíno amor por si mesmo. É difícil para o cristão compreender este conceito, pelo fato da maioria das doutrinas bíblicas ensinarem sobre “fazer aos outros”.
Este amar a si próprio não se trata de um amor orgulhoso, egoísta ou vaidoso, mas sim de um sentimento de valor-próprio que nos habilita a poder amar e se comprometer com nosso semelhante.
Jesus perguntou ao jovem rico se ele observava os mandamentos e um deles era amar aos outros como a si mesmo (MT 19:19). Não podemos dar ou fazer aquilo que não temos ou sabemos, contudo quando “Jesus me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2:20b) fez com que o amor do Pai através do Espírito estivesse em nós e este amor deve nos proteger de sentimentos de inferioridade e complexos para que estes sentimentos não venham a interferir em nosso comprometimento.    

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Familia, edificação de Deus. [2]

A FAMÍLIA COMO PROJETO DE DEUS



A família concebida por Deus é muito mais que um grupo de pessoas vivendo sob o mesmo teto. A união do homem com a mulher é o inicio de uma benção que, para o Criador, simboliza a união de Cristo com a igreja (Mas, à meia-noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo! Saí-lhe ao encontro! MT 25:6).
Deus tem sustentado esta instituição ao longo do tempo, pois sabe muito bem a real importância dela no seu plano e também por conhecer a nossa estrutura (Pois Ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó. Sl 103:14).
 A origem da raça humana foi através de uma família: Adão e Eva. Ele fundou a nação escolhida utilizando uma família: Abraão e Sara. Trouxe o Salvador Jesus ao mundo através de uma família: José e Maria.
Eu creio, sinceramente, que a benção para uma família feliz começa com o temor do Senhor (Piedoso e temente a Deus, com toda a sua casa... At 10:2a). Foi este temor que fez com que Cornélio buscasse a face de Deus através da oração e não somente ele, mas toda a sua família.
Quando tememos a Deus, e aqui o termo não significa ter medo, queremos agradá-lo, nos importamos com o que Ele pensa de nosso modo de vida, se estamos agindo conforme a Sua vontade. Infelizmente em nossos dias este temor está sendo retirado do seio familiar.
O apóstolo Paulo na sua segunda epístola a Timóteo escreve que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos, porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos (I Tm 3:1,2) e nós estamos vivendo este tempo.
Com o temor de Deus ausente do lar o que sobra é um completo desajuste, cada um fazendo o que acredita ser correto (Naqueles dias não havia rei em Israel, porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos. Jz 21:25). Mas há uma esperança meu amado(a) irmão(ã), pois o idealizador do projeto está interessado em abençoar a tua família, desde que Ele tenha a primazia em tua casa (...para que faça repousar a benção em tua casa. Ez 44:30b).      

terça-feira, 1 de junho de 2010

Familia, edificação de Deus. [1]

Durante este mês estarei publicando algo que escrevi sobre a familia. Espero que esta leitura possa ajudar, de alguma forma, a melhorar nossas vidas.


INTRODUÇÃO.






Família, a primeira instituição divina, criada para servir de benção para o ser humano, pois na visão de Deus não era bom que o homem estivesse solitário (E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele. Gn 2:18), vive estes últimos dias momentos de extrema turbulência em sua estrutura.
 O projeto perfeito de Deus acabou sendo alvo de satanás que, através da mentira (Então a serpente disse a mulher: Certamente não morrereis. Gn 3:4), conseguiu afastar o homem da vontade divina. Desde então a família está sendo alvejada, mas o Todo-Poderoso tem um cuidado especial com ela, quando destruiu o mundo pelo dilúvio, salvou a família de Noé (Mas contigo estabelecerei o meu pacto; e entrarás na arca tu e teus filhos, e a tua mulher, e as mulheres de teus filhos contigo. Gn 6:18), e também ao destruir Sodoma e Gomorra salvou a família de Ló, exceto sua mulher que preferiu olhar para trás (E, ao amanhecer, os anjos apertaram com Ló, dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que aqui estão, para que não pereças na injustiça desta cidade. Gn 19:15).

A responsabilidade do homem, da mulher e dos filhos em relação à família vai muito além de prover alimentação, educação, segurança e bem-estar. Cada lar cristão deve ser aqui e agora uma igreja do Senhor em miniatura, onde Deus seja conhecido, refletido, obedecido e amado, a piedade seja cultivada e o cristianismo bíblico, praticado.
Isto acontecerá quando fizermos como Josué, que decidiu servir a Deus juntamente com sua família, construirmos nosso “edifício familiar” sobre o fundamento que é Cristo (Porque ninguém pode por outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. I Co 3:11) e utilizarmos materiais resistentes ao fogo das provações (...e o fogo provará qual seja a obra de cada um. I Co 3:13b)